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Velas retoma vida suspensa apesar do medo dos sismos

Velas retoma vida suspensa apesar do medo dos sismos

Há sinais de normalidade mas a incerteza da crise sismovulcânica não mata mas mói. Autarca açoriano teme impacto social e económico.

Remy Benidir, proprietário do restaurante Velense, regressou esta quarta-feira a Velas, o município da ilha de São Jorge onde o risco da crise sismovulcânica é maior. Após os abalos que começaram a 19 de março e levaram a lançar o nível de alerta V4, foi para a ilha do Pico e fechou o estabelecimento cinco dias. Depois, sucumbiu aos apelos dos seis funcionários que ficaram em São Jorge e têm "contas para pagar" e permitiu que estes reabrissem.

"Estamos todos apavorados. Não sabemos se a situação vai durar mais uma semana, um mês, um ano... É uma incerteza, mas temos que viver com ela e ver o que vai acontecer", desabafa Remy, explicando que regressou pelo negócio e trouxe com ele os filhos, de quatro, sete e 13 anos.

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