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"Ainda me mata do coração". O sofrimento da mãe do treinador campeão do Mundo de futsal

"Ainda me mata do coração". O sofrimento da mãe do treinador campeão do Mundo de futsal

Freguesia do concelho de Valpaços promete festa de arromba quando o selecionador voltar à aldeia para onde foi viver aos oito anos.

É junto ao televisor da sala que Judite Gomes confessa: "Até tenho os olhos inchados de tanto chorar". Choro do bom. De felicidade. Lágrimas da mãe de Jorge Braz, o selecionador nacional de futsal. Lágrimas choradas a sós, porque foi assim que, anteontem, viu o jogo em que Portugal bateu a Argentina por 2-1 e venceu o Mundial da modalidade.

Ontem, voltou a emocionar-se. Primeiro ao ver a receção à seleção no Aeroporto de Lisboa. Depois com o acolhimento no Palácio de Belém, onde treinadores e atletas foram condecorados pelo presidente da República. Um turbilhão de emoções que agora se acalmam, mas que ganharão nova vida quando Jorge voltar à terra que o acolheu, Sonim, concelho de Valpaços, após os primeiros oito anos vividos no Canadá

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