Violência

Mais de 70 ativistas humanitários mortos na Colômbia até novembro

Mais de 70 ativistas humanitários mortos na Colômbia até novembro

Pelo menos 73 defensores dos direitos humanos foram mortos na Colômbia entre janeiro e novembro, informou o Gabinete do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos no país.

"De 1 de janeiro a 30 de novembro de 2021, o Gabinete das Nações Unidas para os Direitos Humanos recebeu 191 alegações de assassinatos de defensores dos direitos humanos. Destes, 73 casos foram verificados, 35 casos estão em vias de ser verificados e 83 casos são inconclusivos", disse a organização.

Dos casos verificados, o maior número foi registado no departamento de Valle del Cauca com 31, dos quais 22 ocorreram na sua capital, Cali, que em maio e junho do ano passado foi o centro dos protestos contra as políticas económicas e sociais do governo do presidente Iván Duque.

A Provedoria de Justiça tinha relatado no início deste mês que 130 líderes sociais e defensores dos direitos humanos tinham sido mortos na Colômbia até agora em 2021, contra 182 no mesmo período em 2020.

A maioria dos líderes mortos este ano eram líderes comunitários, como os líderes de Juntas de Acción Comunal, e indígenas, disse a organização.

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