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Cidades mal preparadas para sismos de grande magnitude

Cidades mal preparadas para sismos de grande magnitude

Não se sabe quando, mas abalos de grande magnitude vão acontecer e infraestruturas podem desabar. Falta fiscalização para assegurar qualidade das construções e sensores que permitam lançar alertas E, se as infraestruturas não forem resistentes à ação sísmica, é provável que o número de mortos e feridos seja mais elevado. Também os danos para a economia serão mais avultados.

A questão não é "se", é "quando". Mais cedo ou mais tarde, Portugal vai sofrer um sismo de grande magnitude e as cidades não estão preparadas. Fernando Carrilho, chefe de divisão de geofísica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), sublinha que "não devemos entrar em pânico", mas "temos de estar preparados, porque vivemos numa zona de perigo sísmico".

Ainda no passado dia 1, um sismo com epicentro a 82 quilómetros de Olhão, de intensidade IV, foi sentido no Algarve e em Espanha. Não teve consequências e não é "indicador de um maior" que se aproxima, tranquiliza Carrilho.

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