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Emprego e serviços são o que mais atrai gente às cidades

Emprego e serviços são o que mais atrai gente às cidades

Na hora de escolher um local para viver, a facilidade de acesso ao trabalho, à saúde ou à educação pesa mais do que o medo das alterações climáticas ou mesmo da pandemia. Corrida aos grandes centros urbanos do litoral intensificou-se na última década, aumentando pressão sobre a habitação e mobilidade nas maiores cidades.

As alterações climáticas, que incluem, entre outras coisas, a subida do nível médio do mar. E os dados preliminares do Roteiro Nacional para a Adaptação 2100, que a Agência Portuguesa do Ambiente estima concluir em 2023, indicam que, até ao final do século, 60 mil pessoas serão afetadas diretamente pela erosão costeira. Isto, se a densidade populacional não aumentar.

A pandemia de covid-19 levou, por outro lado, muitas pessoas a sentirem necessidade de se afastarem de grandes aglomerações. Mas na hora de decidir onde morar, tudo isto parece pesar menos na balança do que o emprego e a qualidade de serviços, como a saúde (de extrema importância para uma população cada vez mais envelhecida) ou a educação (primordial para os jovens que procuram aumentar as habilitações) a destacarem-se.

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