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Vítor Santos

O silêncio é de ouro e de Costa

A dois meses das legislativas, o silêncio tem sido o melhor amigo do Partido Socialista. António Costa há de reaparecer hoje para animar a bancada rosa do Parlamento e terá uma semana bastante ocupada até ao dia do anúncio daquilo que todos sabemos: novas medidas de combate à pandemia, coisas tão básicas e necessárias como distanciamento, uso de máscara, aceleração da testagem e uma solução milagrosa de task force 2 da vacinação, este sim, um grande problema, atendendo à quantidade de pessoas que é necessário vacinar em tempo recorde com a terceira dose - a segunda, no caso daqueles que tomaram o fármaco da Janssen.

Vítor Santos

A mudança de Rui Costa

As primeiras impressões indicam mudança, são mais consentâneas com um quadro de rutura do que de continuidade, o que surpreende, atendendo a que Rui Costa esteve 13 anos ao lado de Luís Filipe Vieira no Benfica. Os próximos tempos ajudarão a perceber se estamos perante uma alteração profunda, ou se estes sinais foram apenas o reflexo de uma operação de cosmética destinada a captar apoios. Até prova em contrário, a realidade dá todo o crédito ao novo presidente das águias.

Vítor Santos

Conviver com o vírus

O Governo comunica mal desde o início da pandemia, o que confunde as pessoas, às vezes até dá a sensação de as pretender alarmar, sem qualquer efeito prático, porque um ano e meio depois existe um epidemiologista em cada português. Convém descer à terra antes de avançar com medidas dramáticas que podem acelerar a machadada final em setores fundamentais da economia, algumas tão prolongadas no tempo que já nem nos lembramos que existem bares, discotecas, futebol ao vivo e outros espetáculos. O foco do Estado deve estar na agilização de mecanismos catalisadores do regresso ao pré-pandemia, sem permitir que a anormalidade se transforme em normalidade, sentenciada naquela expressão irritante e descabida do "novo normal".