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Como o Stade Reims vai tentar ganhar ao Paris Saint-Germain

Como o Stade Reims vai tentar ganhar ao Paris Saint-Germain

João Nuno Fonseca é adjunto na equipa francesa, que amanhã joga no Parque dos Príncipes. O técnico português explica a semana de trabalho e mostra a realidade que encontrou: "Falo quatro línguas diferentes todos os dias".

A segunda equipa mais jovem do campeonato francês (23,8 anos), que une as forças de 15 nacionalidades "em torno de um objetivo comum", visita este domingo (19h45) o Parque dos Príncipes, onde terá à espera o impressionante Paris Saint-Germain, o futuro campeão francês, reforçado com o provável regresso de Lionel Messi. E há um português a mexer os cordelinhos para (tentar) deixar tudo a jeito do Stade Reims surpreender. "Já fomos a Lyon ganhar, por isso o sentimento de que é possível ganhar a adversários maiores está muito presente", realça João Nuno Fonseca, ao JN.

O PSG não assusta, portanto. Não ao ponto de provocar mudanças mais ou menos drásticas ou levantar dúvidas no que diz respeito à ideia de jogo e à estratégia a apresentar. Pelo contrário, o palco, o nome do adversário e o mediatismo associado ao jogo é visto como uma vantagem. "Acreditamos que motivação acaba por servir como amplificador do talento que temos na equipa. Mais do que mudar o que quer que seja, a forma como abordamos um jogo desta dimensão tem tudo a ver com o nosso caráter enquanto equipa e aquilo o que queremos impor", explica o treinador, de 32 anos, defendendo, por outro lado, que "este jogo tem a mesma importância dos outros": "Não mudámos nada. A dinâmica semanal mantém-se, não é por jogar contra o PSG que vamos alterar rotinas e dinâmicas".

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