Passagem de ano

Industriais de pirotecnia escrevem a Marcelo revoltados com cancelamento de espetáculos

Industriais de pirotecnia escrevem a Marcelo revoltados com cancelamento de espetáculos

Os industriais do setor da pirotecnia em Portugal estão revoltados com o cancelamento dos espetáculos de fim de ano por causa da pandemia.

A Associação Portuguesa de Industriais de Pirotecnia e Explosivos (APIPE) tornou pública, esta terça-feira, uma missiva que enviou ao presidente da República, dando conta que considera que aquela medida "desproporcionada e excessiva" e que "vem colocar, de forma injustificada, em causa a sobrevivência deste setor de atividade económica".

Na carta a Marcelo Rebelo de Sousa descrevem que "o massivo cancelamento destes espetáculos, determinado (na esmagadora maioria dos casos) por decisões das autarquias locais, veio apagar a esperança dos operadores do setor, não obstante a desproporcionalidade, injustificação e falta de razoabilidade das descritas medidas". E reclama mais apoios para o setor, considerando que os existentes se revelam insuficientes, face ao momento que este atravessa.

"A ajuda do Estado a este setor de atividade económica - que, direta e indiretamente, constitui a fonte de sustento de dezenas de milhares de pessoas - não pode, resumir-se a meros apoios pontuais e esporádicos que, em todo o caso, são claramente insuficientes", escreve a APIPE, acusando: "A pirotecnia nacional não merece continuar a ser votada ao ostracismo, esquecimento e abandono por parte dos poderes públicos".

Múltiplas autarquias, incluindo Lisboa e Porto, assim como os 16 municípios do Algarve, cancelaram os seus festejos de passagem de ano devido à evolução da pandemia da covid-19.

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