"A terceira edição não se destina apenas a uma faixa etária"

"A terceira edição não se destina apenas a uma faixa etária"
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Departamento de Comunicação do Lidl salientou histórico de apoio às comunidades e apontou metas para este ano no programa "Mais Ajuda", que foi lançado esta segunda-feira.

Que balanço faz o Lidl destes dois anos de programa "Mais Ajuda"?
O Lidl tem um histórico sólido e provas dadas no apoio às comunidades locais, desde a sua entrada no mercado português há 26 anos, enquanto parte da sua estratégia de responsabilidade corporativa, "A caminho do amanhã". Apoia as Comunidades Locais através da dinamização de campanhas que visam a ajuda direta à comunidade com doações alimentares e não-alimentares, o financiamento de projetos de desenvolvimento e a sensibilização para problemáticas da sociedade.

Com o lançamento do Mais Ajuda, em 2019, o Lidl quis ir mais longe, inovar no tipo de apoio prestado e assumir um compromisso a médio prazo, desenhando um projeto com base nos desafios reais das organizações do terceiro setor - já que por um lado têm pouca capacidade para investir no seu desenvolvimento, uma vez que se torna prioritário dar resposta às emergências sociais, e por outro lado carecem de desenvolvimento tecnológico. Neste sentido, o Mais Ajuda surgiu como uma campanha solidária inovadora, com impacto social e que vive para além do Natal, juntando duas realidades complementares: IPSS e Startups.

O balanço que o Lidl faz destes dois anos de Mais Ajuda é extremamente positivo, tendo vindo a superar as expectativas. Logo na primeira edição foi possível, com a ajuda dos portugueses, entregar 150 mil euros a seis projetos inovadores dirigidos a Crianças, de entre as 700 candidaturas que recebemos de todo o país. Estes projetos estão já a ter resultados visíveis do apoio resultante do Mais Ajuda, não só pelo apoio financeiro que receberam, como pela visibilidade e mentoria que ajudou a desenvolver os mesmos. A título de exemplo, a Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, que tendo consciência da interrupção da escola nas crianças e jovens com cancro, muitas vezes por longos períodos de tempo, desenvolveu o projeto "Aprender Mais", com recurso a aplicações que permitem apoiar à distância estas crianças. Neste momento já conseguiram apoiar 64 crianças e jovens, alargar o seu apoio aos Açores e à Madeira, bons resultados na promoção da qualidade de vida e reintegração escolar e uma maior satisfação e envolvimento dos voluntários nas atividades da Acreditar. Também na segunda edição, recebemos mais de 730 candidaturas e foi possível entregar 333 mil euros a dez projetos vencedores, focados em facilitarem uma vida digna e feliz a Idosos. Um dos projetos vencedores da última edição, da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra, lançou no passado 1 de outubro, a "Rádio Sénior" - que pretende dar "voz" aos idosos com cariz de intervenção ocupacional que junta conhecimento, informação, tradição e que reaviva sonhos e memórias. O Mais Ajuda tem de facto um grande impacto na população, diferente das respostas tradicionais e demonstra que a capacitação e o trabalho em equipa têm que fazer parte do caminho para ajudar quem mais precisa.

O que vos levou a avançar com a terceira edição e quais as expectativas?
A terceira edição do Mais Ajuda pretende continuar a apoiar projetos inovadores, sustentáveis e ambiciosos que acrescentem valor à comunidade - é isso que nos move para mais uma edição, juntamente com o Grupo Renascença Multimédia e o apoio da Beta-i. Esta terceira edição, pretende promover e apoiar projetos inovadores sociais na área da Educação enquanto ferramenta para a diminuição de assimetrias sociais e combate à pobreza, tendo em conta que a pandemia tornou ainda mais significativo pensar na Educação como estratégia que fomenta a participação na sociedade, reduzindo as desigualdades. Procuraremos apoiar projetos de IPSS, ou equiparadas, e de Startups que promovam a inclusão social através da Educação ao longo da vida.

O tema para esta edição, é por isso, muito pertinente nos dias de hoje, considerando que a pandemia de Covid-19 teve um impacto profundo nas desigualdades sociais, deixando mais 400 mil pessoas abaixo do limiar da pobreza, e que o grupo com escolaridade até ao 9º ano foi um dos mais afetados - de acordo com o estudo do Observatório Social da Fundação "la Caixa", da autoria do Center of Economics for Prosperity da Universidade Católica de Lisboa. As expectativas são de conseguirmos, não só sensibilizar para esta temática tão urgente, como conseguir apoiar, uma vez mais, projetos de inovação social que sejam viáveis no mercado e promovam a inclusão e o combate à pobreza, através da Educação, com um objetivo comum: ajudar quem mais precisa.

No primeiro ano os destinatários dos projetos de inovação social foram as crianças, no segundo os idosos. Este ano, qual será a população-alvo?
Ao contrário das duas primeiras edições em que havia um público-alvo definido - na primeira as crianças e na segunda os idosos - a terceira edição não se destina apenas a uma faixa etária, mas pretende sim, promover a importância da Educação ao longo da vida. A Educação e formação ao longo da vida não é apenas um benefício pessoal, contribui também para níveis elevados de desenvolvimento social e económico, permitindo a capacitação da população com competências e qualificações para o mercado de trabalho, assegurar empregos estáveis e de qualidade, que as escudem e às famílias da pobreza e exclusão social.

Que mensagem quer deixar às IPSS e Startups que se vão candidatar?
A mensagem que podemos reforçar, para além do apelo para se candidatarem - dada a relevância e o impacto do programa Mais Ajuda na sociedade - é da importância de apresentarem projetos que realmente venham responder a este problema social - o combate à pobreza e assimetrias sociais - encontrando novas formas, através da Educação, para que todos juntos possamos fazer a diferença e de influenciar positivamente a qualidade de vida ou as perspetivas de desenvolvimento de quem mais precisa. Serão a partir destas ideias de IPSS e Startups nas suas candidaturas, que as mesmas serão transformadas em modelos de negócio e soluções viáveis.

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