Pandemia

Restauração pede apoios face à suspensão de festejos de ano novo

Restauração pede apoios face à suspensão de festejos de ano novo

A AHRESP pede medidas compensatórias para enfrentar os efeitos da suspensão de festas de ano novo, canceladas por várias autarquias, considerando que tal decisão vem "abalar a confiança, quer das empresas, quer dos consumidores".

A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) refere no seu boletim diário que não coloca "em causa os motivos que levam a estes cancelamentos", mas que estas comemorações, "geralmente ao ar livre, têm um papel muito importante para o turismo, em particular para a dinamização das atividades da restauração, similares e do alojamento turístico".

"Perante o impacto que estas decisões têm na confiança de todos, a AHRESP apela para que haja, urgentemente, soluções que compensem a redução prevista de faturação das empresas que dependem, de forma direta e indireta, de ações de promoção turística de promoção do país e do território", reivindica a associação no boletim.

No documento, a AHRESP faz ainda referência ao uso de máscaras nos bares e discotecas, citando um comunicado divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS), em que é recomendada "a utilização de máscara comunitária certificada ou máscara cirúrgica na comunidade, em espaços interiores, sempre que possível".

Múltiplas autarquias, incluindo Lisboa e Porto, assim como os 16 municípios do Algarve, cancelaram os seus festejos de passagem de ano devido à evolução da pandemia da covid-19.

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