Resíduos

Aterro sanitário da região de Aveiro está no limite

Aterro sanitário da região de Aveiro está no limite

O presidente da Câmara de Aveiro afirmou na última reunião do executivo que só há espaço para mais uma célula na unidade de tratamento de resíduos urbanos, pelo que os municípios da região terão de pensar noutra solução.

Ribau Esteves (PSD-CDS) respondia ao vereador socialista Manuel Sousa, que o questionou sobre o ponto de situação quanto ao processo de licenciamento de uma segunda célula no aterro sanitário de Eirol e sobre os relatórios de acompanhamento à unidade de tratamento mecânico-biológico de resíduos da ERSUC.

A ERSUC pretende antecipar a ampliação da sua unidade de Eirol com uma segunda célula e tem sido criticada pelo serviço prestado, havendo queixas recorrentes de escorrência de lixiviados a céu aberto.

"O processo da segunda célula não tem nenhuma questão, até porque está prevista desde o início, mas esgotada que fique essa segunda célula, os municípios terão de iniciar discussões sobre a matéria, porque esse será um processo que irá demorar, no mínimo, quatro ou cinco anos", declarou Ribau Esteves.

Quanto ao acompanhamento, o presidente da Câmara disse que o acidente ocorrido há cerca de um ano, com efluente a invadir terrenos agrícolas e arruamentos, não se repetiu, mas garantiu a determinação de acabar com a passagem da conduta e da circulação de camiões por zonas urbanas. Para isso, adiantou, existe já um acordo entre a ERSUC, a AdRA e o Município e um "bom ambiente entre as partes" para fazer uma nova conduta de escoamento até à estação de Cacia, e daí até ao exutor submarino de São Jacinto, faltando a sua formalização.

PUB

Mais Notícias (desktop)

Outros Conteúdos GMG