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O rei da ria pretende ser Património da Humanidade

O rei da ria pretende ser Património da Humanidade

Região de Aveiro vai apresentar candidatura à UNESCO, englobando as embarcações e a sua construção. Estimular jovens para aprender a arte naval é um dos objetivos.

Símbolo de Aveiro, cidade e região, o barco moliceiro já não cumpre o seu propósito inicial de transportar moliço para adubar os terrenos agrícolas, mas continua a agitar as águas da ria, todos os dias, carregando turistas para a frente e para trás. Há 50 anos havia três mil registados, hoje são apenas 40. Por isso, para preservar a arte dessas embarcações típicas, a Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) quer apresentar à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), no próximo ano, uma candidatura que visa classificar o moliceiro e a construção naval da ria como Património Cultural Imaterial da Humanidade.

Em causa o "saber-fazer"

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