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1.º de Maio, um estádio vivo a gritar por obras em Braga

1.º de Maio, um estádio vivo a gritar por obras em Braga

Especialistas apontam problemas de infiltração e corrosão das armaduras. Defendem que reabilitação deve manter imagem do equipamento e garantir diferentes usos.

É pista de treinos de atletas medalhadas, campo de jogos das campeãs de futebol feminino ou até ginásio para centenas de idosos. Inaugurado a 28 de maio de 1950, o Estádio 1.º de Maio, em Braga, continua cheio de vida, mas em contraste com o relvado e pista bem cuidados, há paredes tingidas de verde devido às infiltrações, armaduras corroídas, bancadas que já não cumprem a lei das acessibilidades. A Câmara recusou o projeto de reabilitação do S.C. Braga por entender que o projeto do clube "não salvaguarda o edifício". Os especialistas concordam que a imagem do monumento deve ser preservada. Ali, dizem, falta pouco mais do que criar condições de segurança.

"Toda a parte inferior do estádio, das bocas de acesso até ao campo, está assente sobre o solo e não há corrosão. Poderá precisar de limpeza e melhoramento do aspeto do granito, mais nada do que isso. Na parte superior, a estrutura está suportada em betão e há situações muito dispares", descreve o engenheiro Luís Vaz, que acompanhou, durante um ano e meio, a equipa da Universidade do Minho na elaboração de um relatório exaustivo sobre as patologias do equipamento.

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