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Coronavírus deixa Merkel de mão estendida

Coronavírus deixa Merkel de mão estendida

Numa altura em que o número de casos de Covid-19 vai aumentando na Alemanha, onde já há pelo menos 150 infetados, há quem siga à risca as recomendações das autoridades de saúde e evite contactos físicos. Até quando se trata de cumprimentar uma das figuras políticas mais importantes do país.

Esta segunda-feira de manhã, o ministro do Interior, Hörst Seehofer, do partido aliado de Merkel (a CSU), declinou apertar a mão que Angela Merkel lhe estendeu, ao entrar numa reunião sobre imigração. Os dois riram-se com a situação e Merkel optou por um cumprimento à distância. Atrás de Merkel, a comissária para a Imigração, Annette Widmann-Mauz, reagiu com um cumprimento "à japonesa", cruzando as mãos sobre peito e curvando-se ligeiramente.

Na sexta-feira, a chanceler foi a primeira a evitar apertos de mão, num ato público em Stralsund, no norte da Alemanha, com a chanceler a explicar depois que apenas cumpria as recomendações das autoridades do país em relação ao novo coronavírus.

O número de pessoas infetadas com o novo coronavírus na Alemanha disparou para 150 no fim de semana, mais do dobro dos 60 que estavam confirmados até sexta-feira. Há casos registados em 10 dos 16 Estados federados alemães. Face ao aumento de infeções, o governo alemão reforçou o controlo dos passageiros vindos da China, Irão, Coreia do Sul, Japão e Itália, que entram no país por via aérea, terrestre ou marítima.

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