Belém

PCP quer eleições até 16 de janeiro e não fecha porta a nova "convergência" com o PS

PCP quer eleições até 16 de janeiro e não fecha porta a nova "convergência" com o PS

O chumbo do Orçamento não obriga à antecipação das legislativas mas se o presidente assim o decidir, o PCP defende que não de devem realizar depois de 16 de janeiro. À saída do Palácio de Belém, esta tarde, Jerónimo de Sousa não fechou a porta a uma nova "convergência" com o PS depois das eleições.

O secretário-geral comunista acusou o PS de ser o responsável pelo falhanço das negociações que levaram ao chumbo do Orçamento do Estado por querer a maioria absoluta.

"Continuamos a considerar que há matérias de fundo em que se justifica convergências, incluindo com o PS", assumiu Jerónimo de Sousa, frisando que o país já "pagou consequências por ter permitido maiorias absolutas". "Procuramos sempre convergências que permitam dar respostas aos problemas", insistiu.

Sobre o repto lançado pelo Governo para que haja tempo até às eleições para o Parlamento conseguir fechar alguns diplomas, o secretário-geral respondeu aos jornalistas que o PCP tem essa "disponibilidade e abertura" para esse desfecho legislativo.

O presidente da República está este sábado a ouvir os partidos com assento parlamentar sobre a dissolução do parlamento e convocação de eleições legislativas antecipadas após o chumbo do Orçamento do Estado para 2022. Das seis bancadas já ouvidas por Marcelo, quatro defendem a data de 16 de janeiro.

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